Passei por carências, por angústias e melancolias, cheguei ao ponto de me questionar se eu teria algum problema, não conseguia perceber porque é que não alcançava a felicidade. Passei instantes bons sozinha, independente e satisfeita. Mas agora eu sei que apenas estava à espera da figura certa! Aquele dia notável, onde a importância ficou imediatamente, fiquei idiota e só tinha desejo de conversar com tal ser, e quando menos acreditei aquilo era uma sensação mútua, daquele que me fazia gracejar a cada segundo.
É ele, é ele que me faz sorrir, que me faz arrepiar quando me toca, quando me beija e quando simplesmente respira. Que eu sei que com ele tenho tudo e lhe dou tudo, é com ele que eu reparto os meus receios, as minhas fragilidades e os meus sentimentos. Pois, é mesmo ele!
Depois de tanto sofrimento eu jurei não “amar” mais ninguém, mas hoje, hoje não há condição, vejo-me coagida a quebrar esse meu juramento. Sinto-me incomodada por saber que ele se vai embora, por pouco tempo que seja, uma semana sem ele é complicado, tenho pavor, tenho muito medo que algo suceda na nossa relação, tenho terror que o nosso sentimento atenue, que se perca pelos ares forasteiros, não quero sentir aquele aperto no coração, não quero sentir o meu coração pequenino. Preciso dele a meu lado para curar todas as minhas feridas. Porque é ele que me faz bem, e que o vai fazer por muito tempo!
Comecei a escrever por amarguras e hoje escrevo por amor!
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